PPGAS2477 - FILOSOFIA HERMENÊUTICA E FENOMENOLÓGICAS DA LINGUAGEM - Turma M - 2025/1 (PPG)
2025.1-Filosofia
Grau de Ensino: Graduação

O propósito do curso é meditar a respeito do fenômeno da linguagem e da sua dimensão hermenêutica, dispondo-se à sua experiência.

 

Pretendemos articular o trabalho em dois modos: como seminário de leitura e como preleção.

Como seminário de leitura serão trabalhados dois textos de "A caminho da linguagem" (Heidegger):

1)      A linguagem; 

2)      A linguagem na poesia.

 

Como preleção serão tratados os seguintes tópicos de reflexão:

Ø   1) Linguagem em perspectiva técnico-científica:

a)      a interpretação da linguagem em contexto científico e em horizonte epistemológico;

b)      a interpretação instrumental e técnica da linguagem. Linguagem como informação e cibernética.

Ø   2) As vias da linguagem na tradição: o Trivium:

a)      a gramática;

b)      a dialética/lógica;

c)      a retórica;

Ø   3) Metafísica da linguagem:

a)         Hamann: a linguagem como constitutiva de nossa relação com o mundo

b)         Herder e a questão da origem da linguagem.

c)         Humboldt: linguagem como mundo e visão de mundo

 

Ø  4) Linguagem como medium da compreensão do ser (Gadamer)

Ø  5) A linguagem e interpretação: o discurso, a filosofia do si e filosofia da ação (Ricoeur)

Ø  6) Linguagem como ordem e interpretação como estrutura (H. Rombach)

Ø  7) Linguagem, conversa, diálogo, alteridade e comunicação (Vários)

Ø  8) Linguagem e ontologia em chave existencial (Heidegger – Ser e Tempo)

a)      Linguagem, abertura e formação de mundo.

b)      Linguagem e discurso: fala, escuta e silêncio.

c)      Linguagem e cotidianidade: o falatório.

d)      Linguagem e compreensão.

e)      Linguagem, tonância afetiva e disposição.

f)       O apelo da consciência, o apelo do cuidado.

g)      Interpelação e culpa.

h)      Linguagem se ser-próprio.

i)       A temporalidade do discurso.

 

Ø  9) Do falar ao dizer... A linguagem como a saga do dizer. O mostrar.

Ø  10) A linguagem no dizer poético. O poetar como cantar. Sua relação com o dizer do pensar. 

Ø  11) Da lógica à sigética: o pensar a serviço da palavra e do silêncio do ser.

Ø  12) O hermenêutico e o hermético da linguagem.

 


FIL0177 - FILOSOFIA MEDIEVAL - Turma 01 - 2025/1
2025.1-Filosofia
Grau de Ensino: Graduação

Estudo do pensamento filosófico de protagonistas da filosofia medieval latina no seu contexto histórico e em relação à influente produção intelectual anterior de origem grega.

 

Objetivo:

 

Investigar os percursos do pensamento medieval tendo como fio condutor a compreensão da filosofia como questão do ser.

 

Conteúdo:

 

1.      Agostinho de Hipona

2.      Tomás de Aquino  

3.      João Duns Scotus

4.      SEMINÁRIO DE PESQUISA SOBRE MULHERES MEDIEVAIS ESCRITORAS.


FIL0167 - ÉTICA FILOSÓFICA - Turma 02 - 2025/1
2025.1-Filosofia
Grau de Ensino: Graduação

– Metaética e normatividade [Murcho, Ética] 

– Objeto da ética: Problemas morais e éticos, campo e definição da ética [Vázquez, Ética] 

– Moral e história: Origens, mudanças histórico-sociais, e progresso moral [Vázquez, Ética] 

– A essência da moral: Normativo e fatual, caráter social e individual da moral, estrutura e singularidade do ato moral [Vázquez, Ética] 

– Responsabilidade moral: Condições, coação externa, coação interna, liberdade [Vázquez, Ética] 

– Filosofia moral moderna: Diferença entre filosofia moral clássica e a moderna [Brochard, A moral antiga e a moral moderna] 

– Filosofia moral moderna: Diferença entre filosofia moral clássica e a moderna, plano de fundo, problemas, relação entre ciência e religião [Rawls, História da filosofia moral, pp. 3-26] 

– Fideísmo da natureza, razão e paixões: Ceticismo, classificação das paixões, teoria humana da deliberação [Rawls, História da filosofia moral; e Hume, Tratado] 

– Deliberação e o papel da razão: Questões, princípios psicológicos, deliberação como transformadora do sistema de paixões, apetite geral pelo bem [Rawls, História da filosofia moral; e Hume, Tratado] 

– Justiça como virtude artificial e a simpatia: Elementos do problema de Hume, origem da justiça e da propriedade, circunstâncias da justiça, ideia de convenção [Rawls, História da filosofia moral; e Hume, Tratado] 

– Crítica aos racionalistas (Clarke e Cudworth): conteúdo do certo e do errado, psicologia moral e intuicionismo racional, crítica ao intuicionismo racional [Rawls, História da filosofia moral; e Hume, Tratado] 

– Espectador judicioso: Teoria da simpatia, ideia do espectador judicioso, virtude, papel epistemológico dos sentimentos morais [Rawls, História da filosofia moral; e Hume, Tratado] 

– Perfeccionismo metafísico: conceito de perfeição, e teoria da verdade [Rawls, História da filosofia moral; e Leibniz, Discurso de metafísica] 

– Espíritos como substâncias livres e racionais: Conceito individual completo encerra poderes ativos [Rawls, História da filosofia moral; e Leibniz, Discurso de metafísica] 

– Teodicéia e liberdade da vontade: Liberdade verdadeira, razão, juízo e vontade [Rawls, História da filosofia moral; e Leibniz, Discurso de metafísica]. 

– Fundamentação: Ideia de uma vontade pura, argumento principal, valor absoluto, propósito da razão, e boa vontade [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Fundamentação da metafísica dos costumes] 

– Imperativo categórico – lei da natureza: Agentes morais ideais, procedimento, exemplos e estrutura dos motivos [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Fundamentação da metafísica dos costumes e Crítica da razão prática] 

– Imperativo categórico – humanidade como fim em si mesma: Exposições, interpretações, deveres de justiça e de virtude [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Fundamentação da metafísica dos costumes e Crítica da razão prática] 

– Imperativo categórico – legislação universal: Autonomia, razão, reino dos fins, lei moral e intuição [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Fundamentação da metafísica dos costumes e Crítica da razão prática] 

– Prioridade do justo e concepções do bem: Seis concepções de bem, autonomia e heteronomia, prioridade do justo [Rawls, História da filosofia moral; e Kant, Crítica da razão prática] 

– Construtivismo moral, razoável e racional: Intuicionismo racional, construtivismo moral, concepções de objetividade, e imperativo categórico [Rawls, História da filosofia moral; e Kant, Crítica da razão prática] 

– Fato da razão: Passagens sobre o fato da razão, dedução da lei moral, autenticação da lei moral [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Crítica da razão prática] 

– Lei moral como lei da liberdade: Construtivismo, dois pontos de vista (razão teórica x razão prática), oposição de Kant a Leibniz quanto à liberdade, espontaneidade absoluta, a lei moral como lei da liberdade, ideias de liberdade [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Crítica da razão prática e Crítica da razão pura] 

– Psicologia moral e livre arbítrio: Predisposições, livre faculdade de escolha, representação racional da origem do mal, psicologia moral maniqueísta, raízes da motivação moral em nossa pessoa [Rawls, História da filosofia moral; Kant, Religião e Crítica da razão prática] 

– Ponto de vista prático e unidade da razão: Reino dos fins e sumo bem como objetos da lei moral, postulados e conteúdo da fé razoável [Rawls, História da filosofia moral; e Kant, Crítica da razão prática] 

– Críticas à Kant: Filosofia como reconciliação, vontade livre, propriedade privada, e sociedade civil [Rawls, História da filosofia moral; Hegel, Filosofia do direito] 

– Vida ética (Sittlichkeit) e liberdade: Teoria do dever, Estado, e guerra e paz [Rawls, História da filosofia moral; Hegel, Filosofia do direito] 


FIL0069 - INTRODUÇÃO À FILOSOFIA - Turma 07 - 2025/1
2025.1-Filosofia
Grau de Ensino: Graduação

1. Que é a filosofia?

   1.1. Momentos essenciais do “modo filosófico de pensar”

   1.2. Elementos para uma resposta à pergunta “o que é filosofia?”

   1.3. O texto (filosófico)

   1.4. O valor da filosofia

2. Conhecimento e certeza

   2.1. Conhecimento inato

   2.2. Conhecimento versus opinião

   2.3. Conhecimento demonstrativo e seus pontos de partida

   2.4. Novos fundamentos para o conhecimento

   2.5. Os sentidos como fundamento do conhecimento

   2.6. Defesa do conhecimento inato

   2.7. Ceticismo versus natureza humana

   2.8. Experiência e entendimento

   2.9. Da certeza sensível à autoconsciência

   2.10. Contra o ceticismo

   2.11. Sobre a fundamentação do conhecimento empírico

   2.12. As condições para o conhecimento

3. Ciência e método

   3.1. Quatro tipos de explicação

   3.2. Métodos experimentais e causas verdadeiras

   3.3. Ciência matemática e o controle da natureza

   3.4. Os limites da explicação científica

   3.5. O problema da indução

   3.6. A relação entre causa e efeito

   3.7. A causalidade e a nossa experiência dos eventos

   3.8. A uniformidade da natureza

   3.9. Ciência e falseabilidade

   3.10. Como funciona a explicação (científica)

   3.11. Realismo científico versus instrumentalismo

   3.12. Mudança e crise na ciência